
Cervo-do-Pantanal (Blastocerus dichotomus) é um mamífero ruminante da família dos cervídeos e único representante do gênero Blastocerus.
Ocorria em grande parte das várzeas e margens de rios do centro da América do Sul, desde o sul do rio Amazonas até o norte da Argentina, mas atualmente, a espécie só é comum no Pantanal, na bacia do rio Guaporé, na ilha do bananal e em Esteros del Iberá.
De acordo com o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) esta espécie é considerada como vulnerével e sua área de distribuição geográfica foi radicalmente reduzida a partir do século xx,
É o maior cervídeo sul-americano, podendo pesar até 125 kg e ter até 127 cm de altura, e 1,8 m de comprimento, fora a cauda.
Sua dieta constitui-se principalmente de plantas aquáticas.
A gestação dura entre 251 e 271 dias, e as fêmeas dão à luz um filhote por vez.


O cervo-do-pantanal possui hábitos noturnos em regiões bastante modificadas pelo homem, é considerado um animal solitário, apesar de eventualmente ser observado pequenos grupos familiares, compostos de um adulto e um ou mais jovens.
É um bom nadador, e é capaz de atravessar grandes distâncias a nado, indo de uma margem à outra, mesmo em grandes rios represados, como o rio Paraná.
Seus principais predadores são a onça-parda (Puma concolor) e a onça-pintada (Panthera onca), apesar de o cervo-do-pantanal não ser a espécie mais visada por esses grandes felinos. Além destes, a sucuri (Eunectes murinus), o lobo-guará (Chrysocyon brachiurus) e jacarés podem predar principalmente os filhotes.



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